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CBVela neutraliza emissões em São Paulo com plantio de 86 árvores nativas da Mata Atlântica

Entidade realizou seu evento anual em apoio ao reflorestamento no Parque Ecológico do Tietê

08/12/2025

Resumo

A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) realizou, no dia 3 de dezembro, seu plantio anual de árvores em apoio ao reflorestamento no Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo. O evento reforçou o compromisso da Confederação com a ação climática e também celebrou a união de parceiros-chave do esporte e da sustentabilidade.

Foram plantadas 86 mudas de espécies nativas da Mata Atlântica em uma área do parque que está sob os cuidados do Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza (IBDN).  Com este plantio, a CBVela neutralizou as emissões de carbono de três eventos: o I Troféu da Vela Feminina (Niterói, 2024), a Copa Brasil de Vela de Praia (Fortaleza, 2025) e a Copa Brasil de Vela (Ilhabela, 2025).

Parcerias, protagonismo feminino e vida marinha

O plantio é um marco na estratégia da CBVela de expandir suas alianças. O evento reuniu um time de peso que representa a união entre esporte, preservação da vida marinha e protagonismo feminino na liderança ambiental:

  • Mia Morete, fundadora do VIVA Instituto Verde Azul, parceiro da CBVela nas ações de proteção de mamíferos marinhos
  • Ricardo Calçado, fundador da Onda Solidária, que conecta esporte e impacto social
  • Iris Poffo, da área de Vela Feminina da Federação de Vela do Estado de São Paulo (FEVESP)
  • Suzana Sylvestre, diretora da Marina Sylvestre, tradicional espaço esportivo e de divulgação da vela na cidade de São Paulo

A CBVela foi representada por Sandra Di Croce Patricio, gerente de Sustentabilidade, e Maria Altimira Hackerott, coordenadora da Vela Feminina. A atividade contou ainda com a presença de um grupo de alunos do curso de Gestão Ambiental da USP Leste, que acompanhou o encerramento do plantio, reforçando a conexão entre esporte e academia nos temas da área da sustentabilidade.

Legado do reflorestamento e ação climática

Com as novas 86 mudas, a CBVela atinge um total de 590 árvores plantadas no Parque Ecológico do Tietê desde 2021, consolidando um legado de responsabilidade climática. “A CBVela iniciou o trabalho com a questão climática em 2021, com a neutralização de emissões de carbono, e expandiu suas parcerias estratégicas, como a desenvolvida com a Universidade Federal Fluminense para entender melhor as emissões e a criar nossa própria calculadora de carbono. É um trabalho que, como as árvores que plantamos, cresce e se fortalece a cada ano”, afirma a gerente de Sustentabilidade da CBVela.

O plantio foi organizado pelo escritório da Confederação em São Paulo em parceria com o IBDN e a FEVESP.

“Muito feliz de estar aqui, nesta parceria com pessoas que pensam no bem no planeta, no bem dos outros seres vivos do planeta, e plantar árvores a gente precisa pra isso, cuidar das baleias também, porque elas são jardineiras do oceano. Muito obrigada CBVela, IBDN e aos parceuiros que estão aqui pela oportunidade de estar reflorestando nosso planeta”, comentou Mia Morete, do VIVA Instituto Verde Azul

“Parabéns por tudo o que vocês têm feito, essa é uma solução: plantar árvore, cuidar da árvore, cuidar do planeta, cuidar dos animais, conectar o esporte, uma grande ferramenta de engajamento para conectar a população para fazer cada vez mais o que precisa ser feito no dia a dia para que a gente reduza as emissões, proteja o planeta e que a gente consiga desenvolver juntos um planeta mais justo e sustentável”, destacou Ricardo Calçado, do Onda Solidária.

“É muito lindo a gente poder ajudar a reflorestar a cidade de São Paulo. A gente que veleja tem uma conexão forte com a natureza, se a quantidade de árvores diminui a gente sente isso nos ventos, na alteração da temperatura, sentimos isso na Guarapiranga. Então é super importante a gente plantar cada vez mais”, reforçou Iris Poffo, da FEVESP/Vela Feminina.

“É muito bonito esse trabalho de conectar a vela com uma ação de reflorestamento, ainda mais na cidade de São Paulo. Aqui temos vela e muitas áreas verdes, então também é uma forma de mostrar a cidade de um jeito diferente”, completou Suzana Sylvestre, da Marina Sylvestre.

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